De volta, e para ficar

Ciência Hoje vem renovada para lidar com o momento paradoxal da informação tão acessível e tão sujeita a imprecisões.

Crédito narração: Bárbara Pereira

Enfim, de volta. Renovada. Pronta para os novos desafios de um mundo cada vez mais conectado e diversificado. Mas sempre pensando. Sem dúvida vivemos uma época especial, na qual o conhecimento se dissemina com rapidez e facilidade. A pergunta a se fazer é: que conhecimento é esse? Frequentemente ouvimos o argumento “mas eu li na internet…”. O fato é que as notícias falsas nunca proliferaram com tanta velocidade, e elas são de todo tipo – de fatos políticos a curas milagrosas. Estamos sofrendo, paradoxalmente, uma crise de conhecimento. A informação nunca foi tão acessível e, ao mesmo tempo, tão sujeita a imprecisões e mau uso intencional. Por essa razão, é necessário trabalhar com foco na credibilidade, para que a informação tenha valor, para que o conhecimento qualificado prevaleça. Nossa sociedade é profundamente dependente do conhecimento científico. Divulgá-lo é missão de alguns. E é a razão de ser da Ciência Hoje. Aqui estamos: 100% digital e multiplataforma. Siga, curta, compartilhe, porque é da máxima confiança, porque é CH.

Matéria publicada em 25.05.2018

COMENTÁRIOS

  • Verlan Valle Gaspar Neto

    Parabéns ao Instituto por essa retomada! Como assinante, sempre deixei claro meu apreço por essa revista de divulgação científica, marcada por informação de qualidade e proximidade com a comunidade acadêmica nacional. Que ela realmente tenha voltado para ficar, se possível, também em formato impresso (nem todos os leitores, como eu, nasceram no século XXI- rsrsrs). Meu único questionamento é com relação à apresentação. Confesso que estou um pouco confuso. Onde começa e onde termina a revista (capa, páginas etc.)? Como disse há pouco, são dificuldades de um leitor nascido no século passado. No mais, desejo muito sucesso ao ICH e às suas iniciativas.

    Publicado em 29 de maio de 2018 Responder

  • FABIO CAVALCANTI

    Sensacional!
    Mais do que nunca, precisamos de fontes fidedignas de informação/conhecimento que contenham revisão não só de ortografia (por que os robôs do Google já fazem isso quase 100%) mas também de conceitos que nosso país tanto é órfão.
    Parabéns para a coragem de continuar e que dure pelo menos até a virada do próximo século 😀

    Publicado em 30 de maio de 2018 Responder

Envie um comentário

CONTEÚDO RELACIONADO

Como você percebe a ciência?

Quais os efeitos dos jogos digitais sobre o nosso corpo e quais benefícios eles podem nos trazer?

O mapa da Amazônia nas mãos das comunidades locais

Populações ribeirinhas, indígenas, quilombolas e extrativistas atuam, lado a lado, com pesquisadores de universidades públicas na cartografia social, em mini laboratórios espalhados por regiões remotas do país.