Drones para mapeamento

Sistemas de navegação e câmeras de alta resolução, entre outros equipamentos sofisticados acoplados a essas aeronaves, permitem obter imagens com precisão, em escalas de extremo detalhe.

Drone do tipo multirrotor, que apresenta quatro hélices e pode decolar e aterrissar na vertical, como os helicópteros.
Crédito: Foto cedida pelo autor

Drones são aeronaves remotamente pilotadas, que recebem esse nome em função do ruído de seus motores e hélices que lembram o barulho de zangões. Eles também podem ser chamados de veículos aéreos não tripulados (VANT) ou, ainda, por outras siglas, como RPAS (Remotely Piloted Aircraft Systems), RPA (Remotely Piloted Aircraft), UAV (Unmanned Aerial Vehicle).

Existem diferentes tipos de drones, que podem ser classificados segundo sua forma de sustentação no ar. Drones multirrotores são aqueles que apresentam conjuntos de quatro ou mais hélices e podem decolar e aterrissar na vertical, como os helicópteros. Drones de asa fixa se parecem mais com aviões e demandam um espaço retilíneo para decolagem e aterrissagem – o espaço necessário para esses procedimentos pode ser um fator de grande diferenciação no uso de cada tipo.

Em geral, os multirrotores são muito mais flexíveis em termos de utilização, enquanto os de asa fixa costumam ter maior autonomia no tempo de voo. Aliás, autonomia costuma ser um fator limitante importante no tempo de voo dessas aeronaves que, nos casos mais comuns, adotam baterias como fonte de energia, tornando os voos mais curtos.

Rafael Barros

Departamento de Geografia,
Universidade Federal do Rio de Janeiro

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