Se a ideia de infinito já é intrigante, o que dizer sobre a existência de múltiplos infinitos e da relação entre eles?

É bastante razoável considerar que dois conjuntos tenham a mesma quantidade de elementos quando é possível estabelecer uma relação um a um entre eles, de tal forma que não sobre nenhum elemento nem de um lado nem de outro. Mas como é possível que dois conjuntos tenham a mesma quantidade de elementos, se um cabe inteiramente dentro do outro? Todos os conjuntos infinitos são equivalentes? Será que existem infinitos maiores do que outros? E como abordar a ideia de infinito na escola básica? Vale a pena produzir um ensino de matemática menos comprometido com a oposição entre erro e acerto e mais orientado para a criatividade? Estamos esperando as suas impressões para construirmos juntos um artigo para a Ciência Hoje.

Victor Giraldo
Professor Associado
Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática – Universidade Federal do Rio de Janeiro

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Matéria publicada em 27.06.1980

COMENTÁRIOS

  • admin

    Comentário teste.

    Publicado em 27 de junho de 2018 Responder

    • Bruno

      Respondendo a este comentário como teste.

      Publicado em 27 de junho de 2018 Responder

    • Meu Nome

      Oi, minha resposta é!

      Publicado em 3 de julho de 2018 Responder

  • Meu Nome

    Minha Mensagem

    Publicado em 3 de julho de 2018 Responder

  • ANTONIO CAVALCANTE DE SOUSA NETO

    Seria bom, inicialmente, distinguimos ‘eterno’ de ‘infinito’. Se é que são coisas diferentes.

    Publicado em 7 de setembro de 2018 Responder

  • ANTONIO CAVALCANTE DE SOUSA NETO

    Onde se lê distinguimos leia-se distinguirmos.

    Publicado em 7 de setembro de 2018 Responder

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