Programa Ciência Hoje de Apoio à Educação (Pchae)

Projeto de apoio à educação fundamental na rede pública já beneficiou mais de 600 mil alunos e 14 mil professores.

Criado por cientistas e educadores, o Programa Ciência Hoje de Apoio à Educação (Pchae) tem a educação científica como princípio, levando sempre em conta a realidade local. Por esta razão, o programa tem como foco os municípios e como instrumentos a Ciência Hoje das Crianças – única revista brasileira de divulgação científica direcionada ao público infantojuvenil – e o curso de forção docente.

Com a revista, pretende-se despertar nas crianças um olhar curioso e uma postura questionadora sobre fatos do cotidiano. Percebendo que a ciência faz parte da realidade que vivenciam, elas se relacionam de forma diferente com os conteúdos, envolvem suas famílias na construção do conhecimento e melhoram os índices de leitura e letramento. Esse é o caminho para que se tornem mais preparadas para ampliar sua participação social, o que está diretamente relacionado com o pleno exercício da cidadania.

Na formação docente, o Pchae oferece mecanismos para que os professores exercitem a elaboração de aulas inovadoras e consigam integrar os conteúdos estudados com outras ações sociais promovidas na comunidade e no município. A formação é ainda desenvolvida de acordo com o planejamento das secretarias de educação e a disponibilidade dos professores.


A Ciência Hoje das Crianças

Despertar a curiosidade das crianças e fomentar a paixão pela descoberta, assim pode ser sintetizada a missão da Ciência Hoje das Crianças (CHC). Criada em 1986 e distribuída pelo Ministério da Educação para mais de 60 mil escolas públicas do Brasil, a revista é sem similar em sua área de atuação. Além de informar e divertir, é fonte qualificada de pesquisas para milhares de estudantes e professores nas mais diferentes regiões do país.

Os textos são selecionados e trabalhados cuidadosamente por uma equipe de jornalistas e cientistas. As ilustrações são elaboradas por alguns dos mais importantes ilustradores do país. O resultado: um material gostoso de ler, com linguagem apropriada às crianças e assuntos de seu interesse.

O conteúdo da revista promove a construção do conhecimento, tendo o raciocínio científico como principal motivador. Assim, os artigos, experimentos e curiosidades publicados consolidam a prática científica em sala de aula.

 

 

A formação docente

O desenvolvimento de habilidades é estimulado pela formação da competência científica básica nas crianças. Durante o programa de formação, o professor elabora projetos a partir dos interesses de seus alunos, problematizando situações, realizando pesquisas e organizando as informações dentro do modelo científico.

Os professores recebem materiais didáticos individuais, como pastas e cadernos de textos enriquecidos com ilustrações. Durante os encontros, as atividades são amparadas por uma variedade de materiais audiovisuais, jogos científicos, instrumentos para saídas de campo, entre outros.

Com encontros presenciais e atividades práticas não presenciais, a formação docente do PCHAE possui carga horária entre 4 e 40 horas, entre oficinas e módulos.

 

Diferencial

A formação docente prepara o professor para criar novas propostas de aula e construir conhecimento com a incorporação da ciência ao cotidiano de seus alunos. Ao final, o professor é estimulado a desenvolver um projeto que revela seu aprendizado aos colegas e apresenta todas as etapas de construção.

Um grande diferencial do PCHAE é apoiar o professor no uso de múltiplos recursos, como vídeos, softwares, maquetes, mapas, ilustrações e experimentos, para comunicar seus conhecimentos aos colegas de forma mais eficaz.

Ao longo de toda a formação, o professor conta com o suporte do formador do ICH, um profissional com sólida formação científica e pedagógica, para acompanhar o seu projeto de trabalho, do início ao fim, nos encontros presenciais.

 

Resultados

As práticas desenvolvidas pelo Programa Ciência Hoje de Apoio à Educação (PCHAE) trazem resultados efetivos para o aprendizado de alunos e professores.

Ao adotarem uma postura científica em sala de aula, os alunos apreendem com mais facilidade os conteúdos estudados, desenvolvem novas habilidades e se tornam perspicazes em fazer associações desses conteúdos com a sua realidade.


O QUE HÁ DE NOVO