Entrevista

Uma prova à prova de pandemia e negacionismo

Coordenadora-geral da Olimpíada Nacional em História do Brasil, a professora da Unicamp Cris Meneguello conta como nem a covid-19 atrapalhou a realização da 12ª edição da competição, que, baseada em documentos, leitura e análise crítica de fontes, proporciona uma visão mais ampla do país .

A inteligência artificial precisa da diversidade

Professora do Instituto de Computação da Unicamp, Sandra Avila explica como a tecnologia pode resolver inúmeros problemas dos brasileiros, mas pondera que cuidados são essenciais para não atender só a uma parte da população e aprofundar a desigualdade.

Um futuro de calor, seca e fogo

Pesquisadora dedicada ao monitoramento de incêndios na natureza e suas interações com o clima e a ação humana, Renata Libonati fala da importância dos satélites para combater grandes desastres, como o que afeta o Pantanal, e da influência do aquecimento global na ocorrência de eventos extremos.

Os equívocos da educação em tempos de pandemia

Com a experiência de quem trabalha com EaD, a designer Bruna Werneck, da Fundação Cecierj, alerta para o retrocesso provocado pelas estratégias de ensino remoto adotadas pelas escolas durante a quarentena, que não usam de maneira efetiva a tecnologia para mediar as aulas e ignoram as dificuldades materiais dos alunos de baixa renda.

Fora de controle

Coordenador do MapBiomas, o engenheiro florestal Tasso Azevedo diz que política do governo federal sinaliza que crimes ambientais compensam e não serão punidos; prejuízos vão além do patrimônio natural e afetam economia e imagem do país no exterior.

O antirracismo como sentido da vida

Historiadora e ativista, Karine Teixeira Damasceno reflete sobre o movimento ‘Vidas Negras Importam’, reforça o protagonismo negro na luta pela liberdade no século XIX e denuncia o preconceito racial dentro da academia.

O que o mundo precisa aprender com a pandemia

Matemático, físico e médico, Eduardo Massad fala da importância de se fazer projeções cada vez mais precisas para combater a covid-19, prevê a chegada de outra epidemia ainda mais grave e alerta para o perigo à saúde dos governos hipernacionalistas e do movimento anticiência.

A Fiocruz diante da covid-19

Maio de 2020. A Fiocruz completa 120 anos e tem a cadeira da presidência ocupada por uma mulher, a socióloga Nísia Trindade Lima, que lida com a pandemia de covid-19 como uma emergência sanitária e humanitária multidimensional, cujo enfrentamento requer conhecimento de todas as áreas da ciência.