Luiz Fernando Dias Duarte

De fevereiro de 2011 a junho de 2013, o antropólogo Luiz Fernando Dias Duarte, pesquisador do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), escreveu a coluna ‘Sentidos do mundo’. Seus textos discutiram uma ampla variedade de temas, entre os quais saúde, família, sexualidade e religião. O acervo, abaixo, está disponível para consulta.

Luiz Fernando Dias Duarte

De fevereiro de 2011 a junho de 2013, o antropólogo Luiz Fernando Dias Duarte, pesquisador do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), escreveu a coluna ‘Sentidos do mundo’. Seus textos discutiram uma ampla variedade de temas, entre os quais saúde, família, sexualidade e religião. O acervo, abaixo, está disponível para consulta.

Mundos ambientes; paisagens envolventes

O que está por trás do anseio pela conservação do meio ambiente, além da sobrevivência da espécie humana? Luiz Fernando Dias Duarte reflete, em sua coluna de outubro, sobre os valores e sentidos que permeiam a relação homem-natureza na cultura ocidental.

Antropologia e psicanálise

Em sua coluna de setembro, Luiz Fernando Dias Duarte traça um paralelo entre os dois campos. O antropólogo parte de suas origens e anseios comuns, retoma o inevitável rompimento e fala sobre as tendências atuais de confluência.

Museus, culturas, antropologias

O papel dinâmico das instituições museológicas é discutido na coluna de agosto do antropólogo Luiz Fernando Dias Duarte. Se no passado elas serviram para acolher o resultado das atividades exploratórias e às identidades nacionais, hoje ressurgem como focos locais de identidade e memória.

Interdisciplinaridades; nem sempre fáceis

A ciência moderna, cada vez mais especializada, clama pelo diálogo entre saberes. Na prática, no entanto, as fronteiras entre diferentes áreas do conhecimento são conflituosas e, muitas vezes, intransponíveis. O antropólogo Luiz Fernando Dias Duarte trata a questão em sua coluna de julho.

Nós na família

Por mais que o valor do ‘indivíduo’ em nossa cultura nos aponte um caminho de afastamento das redes originais de parentesco, o pertencimento familiar prevalece. O antropólogo Luiz Fernando Dias Duarte analisa a questão em sua coluna de junho.

Por quem (e como) os sinos dobram?

Em sua coluna de maio, Luiz Fernando Dias Duarte faz homenagem a colegas antropólogos que saíram de cena recentemente – entre eles, Gilberto Velho – e aborda um tema que motivava esses pesquisadores: os sentidos sociais dos fenômenos musicais.

O sangue que nos faz?

À luz de estudo recente sobre o reconhecimento de paternidade com base no exame de DNA, o antropólogo Luiz Fernando Dias Duarte aborda a ideologia ocidental do parentesco de sangue e suas múltiplas implicações, em contraste com outros modelos culturais.

Comunidades: do que se trata?

Em sua coluna de março, o antropólogo Luiz Fernando Dias Duarte discute a noção de “comunidade” e apresenta exemplos das ricas situações sociais que envolvem o apelo a essa categoria na sociedade brasileira contemporânea.

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