Rompe-se o silêncio com um som. Dissipa-se a escuridão com a luz. Esse choque de conceitos antagônicos tem sido explorado pela arte por séculos. Mas a ciência tem também muito a dizer sobre esses fenômenos. E as conclusões, surpreendentes, têm sua ‘poesia’
Do currículo do elétron, bastaria constar uma linha: partícula responsável pelo fenômeno que já foi classificado como o mais útil para a humanidade, a eletricidade. Mas, afinal, o que é essa partícula subatômica? Uma ‘bolinha’ de matéria? Ou teria outra natureza?
No século 19, dois cientistas norte-americanos, por meio de equipamento engenhoso, buscaram responder a questão inquietante: haveria um meio que serviria de ‘suporte’ para a propagação da luz? A resposta deixaria a comunidade de físicos estarrecida.