Mulheres na Ciência

Uma ligação covalente com a ciência

Realizada no ensino e na pesquisa de novas moléculas para os mais diferentes fins, professora do departamento de química da UFMG considera que o conhecimento traz a sensação de poder infinito

Desejo de solucionar problemas

Movida pela satisfação pessoal em estudar matemática, ganhadora do prêmio Para Mulheres na Ciência 2020 conta que, só no doutorado, percebeu a disparidade de gênero em sua área e, hoje, destaca seu compromisso com a equidade para grupos minoritários na academia

Posicionamento político-social na ciência

Jovem cientista, com trabalho de destaque internacional sobre o novo coronavírus, tem como compromisso a promoção da diversidade, equidade e inclusão na pesquisa científica

Estratégias pessoais e suporte público

A professora e pesquisadora de astrofísica de partículas na UFPR, que encontrou na solidão uma forma de driblar o racismo e o preconceito no meio acadêmico, atribui suas conquistas à universidade pública e seus financiamentos

As muitas faces de Patrícia

Jovem e premiada, ela cogitou ser de publicitária a diplomata. Acabou sendo fisgada pela etnobiologia, mas carrega consigo a certeza de que poderia ser feliz em muitas outras áreas, desde que fosse no papel de cientista.

Contra todas as expectativas

Sonia Guimarães é a primeira negra brasileira a se tornar PhD em física. Embora concursada, foi expulsa do ITA. Conseguiu retornar, mas segue excluída. Do lado de fora, faz repercutir a sua história e não teme dizer: “o ITA não gosta de mim, mas o Brasil gosta!”

Entusiasmo nos desafios

Estudiosa da bacia amazônica e de temas de fronteira, como o tráfico internacional de drogas, a geógrafa Lia Osorio Machado teve influências de peso em sua trajetória que fortaleceram sua luta contra a ignorância.

Cientista, pioneira e resiliente

Pesquisadora de destaque em geomorfologia, área predominantemente masculina, Ana Luiza Coelho Netto, apesar de enfrentar preconceitos, conquistou visibilidade no Brasil e no exterior.

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