O HIV e os aplicativos de encontro

A infecção por HIV atinge desproporcionalmente a população LGBT. Há uma estimativa de que um em cada quatro homens que fazem sexo com homens, em São Paulo, conviva com o vírus. Será que o uso de aplicativos de encontro contribuiriam para aumentar o número de parceiros sexuais e de relações ‘desprotegidas’? Será que as pesquisas confirmam esta hipótese? Qual a sua opinião? Participe do chat da Ciência Hoje.

A infecção por HIV atinge desproporcionalmente a população LGBT. De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), homens que fazem sexo com homens correm risco 22 vezes maior de adquirir o vírus. Há uma estimativa de que um em cada quatro homens que fazem sexo com homens, em São Paulo, conviva com o HIV. Muito se especula sobre as causas desse cenário. As hipóteses vão desde falta de campanhas do governo até o uso de aplicativos de encontro, que contribuiriam para aumentar o número de parceiros sexuais e de relações ‘desprotegidas’. No entanto, uma pesquisa sobre o consumo desses aplicativos aponta para o fato de que eles podem, inclusive, ajudar na prevenção. Qual a sua opinião sobre esse assunto? Tem dúvidas? Participe do chat da Ciência Hoje e converse com o pesquisador. Use a seção abaixo para interagir!

Artur Acelino Queiroz
USP e UNITE

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Matéria publicada em 11.12.2019

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