Novembro de 2026 | edição n.437
Projeto higienista da Primeira República no Rio de Janeiro no início do século 20 buscava criminalizar formas de cultuar o sagrado de africanos e afrodescendentes. Suas vestimentas, porém, podem ser vistas como traços de memória, beleza e resistência
De difícil obtenção, a partir de caracóis marinhos, a cor associada à nobreza e ao clero ficou oculta por séculos. Tudo mudou quando um jovem químico conseguiu produzi-la em laboratório, dando início à indústria de corantes sintéticos