Nos últimos anos, as terras-raras deixaram o campo da ciência para ingressar na seara da geopolítica. Razão: o valor estratégico para a indústria de alta tecnologia desse conjunto de 17 elementos químicos, cujas propriedades são únicas e insubstituíveis. Mas pouco se fala dos perigos inerentes à sua mineração, deletérios para os seres vivos e o meio ambiente. Mais: os minerais de onde são extraídos podem ser radioativos. Quando o assunto são terras-raras, o Brasil precisa de uma política de Estado para que não cometa os erros do passado.

