Parece ser natural esperar que aqueles que fazem divulgação científica se ocupem, principalmente, em comunicar o conhecimento já consolidado, como ideias básicas de física quântica ou a eficácia das vacinas. Ou então se ocupem em contar as descobertas mais recentes obtidas nos laboratórios e em estudos teóricos, mostrar aplicações tecnológicas incríveis e revelar novas relações entre diferentes áreas.
Sem dúvida há múltiplas razões para que se faça divulgação científica nessa linha, como fortalecimento da cidadania, estímulo à curiosidade e prestação de contas à sociedade. Mas a ciência não consiste apenas de certeza, ao contrário da imagem criada, em grande parte, pela indústria de entretenimento. Mais frequentemente do que se imagina, não há uma fórmula mágica que responda as perguntas que o mundo oferece. A dúvida é uma constante no dia a dia de um cientista. É mais comum encontrar um cientista coçando a cabeça tentando entender algo do que correndo pelas ruas gritando: “Eureka!”.

Marco Moriconi
Instituto de Física,
Universidade Federal Fluminense
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Conhecidas popularmente como maconha, as plantas do gênero Cannabis são usadas como fitoterápicos pela humanidade há milhares de anos. Sem bases científicas, mas apoiada em preconceitos, a sociedade moderna questiona essa aplicação medicinal. Afinal, o que diz a ciência?
Maio de 2020. A Fiocruz completa 120 anos e tem a cadeira da presidência ocupada por uma mulher, a socióloga Nísia Trindade Lima, que lida com a pandemia de covid-19 como uma emergência sanitária e humanitária multidimensional, cujo enfrentamento requer conhecimento de todas as áreas da ciência.
Sem qualquer sinalização de que seria cientista, Denise Pires de Carvalho sentia-se atraída pela matemática, mas ingressou na medicina. Poderia ter seguido a clínica, mas descobriu-se pesquisadora. Conciliar o laboratório com o ensino não lhe bastou, havia espaço para a gestão. Então, ela se tornou a primeira reitora da UFRJ.
A partir de fatos da vida da cientista norte-americana Jennifer Doudna, uma das criadoras da técnica que permite modificar genes, livro trata da construção do conhecimento científico, do futuro da biotecnologia e de questões éticas desse campo de estudo
O livro Um olhar para o São João é fruto de uma semente que brotou há cerca de 15 anos, quando algumas das principais instituições públicas de ensino e pesquisa do Rio de Janeiro se aproximaram para ampliar o conhecimento sobre a bacia hidrográfica do rio São João, que, além de ser o mais longo dos rios genuinamente fluminenses, tem papel fundamental no abastecimento de água de quase toda a Região dos Lagos, no litoral do estado.
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