
Em recente conversa com amigos a propósito das séries Shtisel (Netflix, 2018) e Nada ortodoxa (Netflix, 2020), que retratam “dilemas” normativos no interior de comunidades ortodoxas judaicas, fui surpreendida com a seguinte questão: por que cargas d’água as particularidades da ortodoxia judaica caíram no gosto popular?
A série Nada ortodoxa é uma entre tantas que, recentemente, trazem o tema da religiosidade judaica em suas versões mais excêntricas, ou mesmo mais exóticas, para audiências mais amplas. Comparadas a outros gêneros fílmicos bastante populares – os bíblicos ou os sobre o Holocausto – tais séries revelam uma nova angular a respeito dos judeus e do judaísmo na contemporaneidade. Resta indagar por que a atmosfera ortodoxa e fechada de comunidades haredim vem atraindo a curiosidade de um público amplo, ou, em outra direção, será o modus vivendi da ortodoxia judaica e seus valores a real razão desse interesse?
Monica Grin
Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos
Universidade Federal do Rio de Janeiro
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Sem qualquer sinalização de que seria cientista, Denise Pires de Carvalho sentia-se atraída pela matemática, mas ingressou na medicina. Poderia ter seguido a clínica, mas descobriu-se pesquisadora. Conciliar o laboratório com o ensino não lhe bastou, havia espaço para a gestão. Então, ela se tornou a primeira reitora da UFRJ.
Documentário mostra a busca de uma comunidade quilombola pela recuperação de sua história, sua cultura e sua identidade, aliada aos esforços pela construção de um projeto escolar antirracista e integrado aos saberes e práticas tradicionais
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