Quem são as cientistas com papéis fundamentais na descoberta e no entendimento da laminina, molécula essencial do corpo humano que dá origem à polilaminina, hoje investigada por seu potencial no tratamento de lesões medulares
Quem são as cientistas com papéis fundamentais na descoberta e no entendimento da laminina, molécula essencial do corpo humano que dá origem à polilaminina, hoje investigada por seu potencial no tratamento de lesões medulares
CRÉDITO: WIKIMEDIA COMMONS

A partir do alto à esquerda, no sentido horário, Pamela Gehron Robey, Monique Aumailley, Takako Sasaki e Hynda Kleinman: mulheres fundamentais na história da laminina
O tema científico que domina atualmente o noticiário no Brasil é, sem dúvida, a polilaminina, uma forma modificada da molécula laminina, que tem despertado grande expectativa na medicina por seu potencial no desenvolvimento de novos tratamentos para pessoas com lesões graves na medula espinhal. A laminina pode parecer algo distante do nosso cotidiano, mas está presente em praticamente todos os órgãos do corpo humano e desempenha funções essenciais para o funcionamento do organismo. Essa molécula participa da organização das células e dos tecidos, ajudando a manter a estrutura e a integridade dos nossos órgãos. Um exemplo simples dessa atuação ocorre sempre que sofremos um corte na pele: a laminina entra em ação no processo de cicatrização.
Essa matriz é um conjunto de moléculas, principalmente proteínas e carboidratos, presentes em todos os tecidos e órgãos do nosso corpo, que fornece um arcabouço físico essencial para nossas células, como se fosse um andaime biológico. Mas a matriz vai além de ser apenas um suporte, e tem um papel importante na troca de sinais bioquímicos necessários para o desenvolvimento e funcionamento dos órgãos, assim como na distribuição espacial das células desses órgãos (um processo chamado de morfogênese).
Apesar da sua importância, durante muito tempo a matriz extracelular foi vista apenas como esse material de suporte. Só no final do século 19 os primeiros componentes da matriz extracelular começaram a ser identificados (o colágeno e a elastina). Mas foi, no início do século 20, entre as décadas de 1930 e 1970, com o desenvolvimento de novas técnicas analíticas e de instrumentos mais eficazes, que os componentes da matriz extracelular humana começaram a ser estudados com mais detalhes.
Usando uma estratégia inovadora para a época, ela conseguiu isolar essa nova proteína, cuja caracterização final foi feita com a ajuda de Timpl. Era a laminina
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