
O céu sempre nos fascina. Quando nos afastamos dos centros urbanos, longe da poluição atmosférica e luminosa, ficamos boquiabertos ao contemplar as estrelas no firmamento. Com algum cuidado, identificamos também pontos brilhantes que são os planetas. A Lua, sem dúvida, é um espetáculo único, com suas mudanças de forma ao longo dos meses.
Raramente, podemos observar, em uma mesma noite, todos os planetas visíveis a olho nu. Mercúrio e Vênus aparecem no entardecer ou amanhecer, sempre próximos ao Sol, pois suas órbitas são internas à da Terra. Marte, Júpiter e Saturno, dependendo da época, ficam visíveis a noite toda. Sabemos que há planetas que, assim como uma infinidade de estrelas, nossos olhos não podem ver. Em nosso Sistema Solar, existem Urano e Netuno, que são gigantes gasosos, semelhantes a Júpiter e Saturno, mas que só foram observados pela primeira vez com auxílio de telescópios, nos séculos 18 e 19, respectivamente.

Adilson de Oliveira
Departamento de Física,
Universidade Federal de São Carlos (SP)
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Cientistas nos Estados Unidos construíram chip quântico que realizou tarefa supostamente impossível até mesmo para o mais veloz computador da atualidade. A era da supremacia dos computadores quânticos começou. Prepare-se para uma revolução.
Com uma vitoriosa carreira acadêmica dedicada a dar voz aos que foram silenciados no passado, Hebe Mattos faz um retrospecto das diferentes fases de seu trabalho, que extrapola os muros da universidade com a produção de livros e filmes historiográficos.
Muitas tecnologias capazes de tornar objetos invisíveis já estão sendo testadas, mas ainda há alguns desafios a serem vencidos para que esse poder tão comum nos quadrinhos e na ficção científica seja usado no mundo real.
O que um resultado que parecia ser uma 'descoberta fantástica' em um laboratório de física no Brasil e um experimento com resultado negativo feito nos Estados Unidos cerca de 100 anos antes podem nos ensinar sobre os cuidados necessários ao fazer pesquisa científica?
Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
Ele revolucionou os conceitos de espaço e tempo. Mostrou que a luz é formada por partículas. Idealizou uma nova teoria da gravidade – cuja comprovação fez dele um mito. Mas isso é só parte da obra revolucionária de um dos cientistas mais importantes da história
Um fenômeno físico ou uma nova teoria podem, inicialmente, não ser ‘úteis’. Mas, de repente, eles se tornam a base para novas tecnologias que geram bem-estar e riqueza. Dois exemplos emblemáticos: o estudo da gravidade e das partículas subatômicas
Há cerca de 4 séculos, um telescópio foi apontado para o céu. Desde então, um sem-número de objetos cósmicos foi revelado, de estrelas e planetas a supernovas e ondas gravitacionais. Este ano, a humanidade iniciou nova e promissora jornada rumo ao infinito
Pare um instante e observe o azul do céu e o branco das nuvens. Por trás dessas cores, está o chamado espalhamento da luz, fenômeno óptico só explicado no século 19. Até onde sabemos, esse espetáculo único só pode ser apreciado em nosso maravilhoso planeta
O que há em comum entre estrelas, árvores, pássaros e humanos? Muito, na verdade. A estrutura atômica de todos os seres animados está intimamente relacionada com ‘sementes’ formadas em um processo nuclear que ocorre no interior desses corpos celestes
No início do século passado, percebeu-se que a física até então conhecida não podia explicar o mundo subatômico. Essa inconsistência levou a uma teoria revolucionária e prodigiosa: a mecânica quântica, base dos atuais dispositivos eletrônicos de nosso cotidiano
Uma das maiores aventuras do conhecimento humano começou na Antiguidade: as coisas são feitas de átomos, ‘indivisíveis’. Cerca de 2,5 mil anos depois, essa entidade foi fragmentada. E aí começou uma nova e fascinante jornada – com participação decisiva de um cientista brasileiro
Desde os filósofos da Antiguidade, nosso conhecimento sobre as leis da natureza evoluiu dramaticamente. Hoje, temos modelos precisos para explicar a evolução e estrutura do universo – e até mesmo a vida. Mas o roteiro desse enredo cósmico segue incompleto
É cada vez mais intensa a busca por materiais que possam não só melhorar a eficiência de motores elétricos e baterias, mas também gerar eletricidade de baixo impacto ambiental. Não investir nessa área pode levar à dependência de tecnologias estratégicas
Estranhamente, a natureza parece ter predileção por simetrias de formas e cores. E, de certo modo, isso pode ser denominado beleza, noção que tem guiado a pesquisa científica no entendimento dos fenômenos que vão da escala subatômica ao gigantismo do cosmos
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