Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
CRÉDITO: IMAGEM ADOBESTOCK

Buscamos compreender o universo há milênios. Dos mitos e das lendas das civilizações antigas até as modernas teorias científicas, ainda não temos respostas definitivas – e, talvez, nunca as tenhamos.
A primeira tentativa científica para compreender o universo como um todo foi a teoria da gravitação de Isaac Newton (1642-1727). Proposta desse físico britânico: há uma força de atração universal (a gravidade), cuja intensidade depende do produto das massas e do inverso do quadrado da distância entre elas.
Mas essa teoria levava a um paradoxo. O clérigo britânico Richard Bentley (1662-1742), ao se corresponder com Newton, questionou: em um universo finito, as estrelas não se atrairiam e, assim, colapsariam para um só ponto? Em um universo infinito, com infinitas estrelas, estas não se separariam, espalhando-se em todas as direções?
Resposta de Newton: o universo deveria ser infinito, com infinitas estrelas. Portanto, levaria um tempo infinito para colapsar. Mais: as estrelas deveriam ser fixas, atraídas igualmente em todas as direções, o que faria com que as forças se cancelassem, evitando o colapso.
Newton entendia que isso era um equilíbrio instável. E só uma ação divina impediria um colapso cósmico.
Em 1823, o astrônomo alemão Heinrich Olbers (1758-1840) questionou: se, de fato, o universo é estático e infinito, não deveríamos, então, observar uma estrela em cada ponto do céu para o qual olhássemos? Em outras palavras, o céu noturno não deveria ser completamente iluminado?
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