“Afaste-se!” – o recado dos girinos pretos

Laboratório de Estudos Zoológicos do Alto Paranapanema (LEZPA)
Universidade Federal de São Carlos – campus Lagoa do Sino
Programa de Pós-graduação em Ecologia, Evolução e Biodiversidade
Universidade Estadual Paulista – campus Rio Claro

Pesquisa de campo provou como essa coloração na fase larval dos anuros serve como estratégia de defesa efetiva contra os predadores

CRÉDITO: ADOBE STOCK

Na luta diária entre comer e evitar ser comido, os animais travam verdadeiras batalhas pela sobrevivência na natureza. Nessa guerra entre aqueles que ocupam diferentes posições na teia trófica – ou cadeia alimentar –, o processo evolutivo vem selecionando características que ora favorecem a presa, ora favorecem o predador.

Essa corrida evolutiva levou ao surgimento das mais diversas estratégias de caça e de defesa. Do ponto de vista das presas, os modos de defesa incluem adaptações comportamentais (esconder, fugir, se fingir de morto, contra-atacar etc.), morfológicas (espinhos, escamas, garras etc.), químicas (toxinas e/ou substâncias desagradáveis ao olfato ou paladar) e até colorações defensivas, que podem ajudar o animal a passar despercebido (camuflagem) ou a alertar seus predadores sobre algum perigo iminente.

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