
Conhecer para proteger. Essa é uma frase muito falada, mas poucos conhecem ‘mais profundamente’o Sistema Aquífero Guarani (SAG). As águas do reservatório subterrâneo possuem excelente potabilidade e beneficiam hoje 9 milhões de pessoas. O SAG ocupa mais de 1.196.000 quilômetros quadrados, sendo que 71% de sua área total estão no Brasil, 19% na Argentina, 6% no Paraguai e 4% no Uruguai(figura 1). Embora a riqueza e os benefícios extraídos do patrimônio natural devessem ser destinados aos povos que ali vivem, o SAG está sob ameaça constante de poluição, contaminação e super explotação, devido a decisões de governos nacionais e locais, empresas e comunidades.
Celso Dal Ré Carneiro
Programa de Pós-Graduação Ensino e História de Ciências da Terra,
Instituto de Geociências,
Universidade Estadual de Campinas
e Conselho Estadual de Monumentos Geológicos do Estado de São Paulo
Valter G. Gonçales
DH Perfuração de Poços Ltda., SP
Virginio Mantesso Neto
Conselho Estadual de Monumentos Geológicos do Estado de São Paulo
Andrea Bartorelli
Consultor em Geologia
Luiz Eduardo Anelli
Instituto de Geociências,
Universidade de São Paulo
Berenice Balsalobre
Museu de Mineralogia Aitiara (Botucatu-SP)
Sueli Yoshinaga Pereira
Programa de Pós-Graduação em Geociências,
Instituto de Geociências,
Universidade Estadual de Campinas
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Consideradas por muitos anos apenas drogas de abuso, as substâncias psicodélicas tiveram seu consumo e sua pesquisa proibidos em vários países. Mas esses compostos voltaram a ser estudados recentemente, com resultados promissores sobre seu papel terapêutico.
Coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz, o infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha fala da necessidade de renovar as formas de enfrentar o mosquito e destaca abordagens promissoras para combater dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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