Jovem cientista integrante da Sociedade Brasileira de Astrobiologia troca a biologia pela física e sonha em contribuir para que a ciência seja mais acessível às crianças, especialmente às meninas.

Cientista de coração

Meu amor pela ciência veio desde muito cedo, com a influência do meu avô, que é um grande pesquisador da medicina. Troquei as bonecas pelos dinossauros e pelos laboratórios de brinquedo. Sempre que perguntada, eu dizia querer ser cientista. Hoje, tenho ainda mais certeza disso. Mas a minha caminhada está apenas começando, afinal, sou apenas uma graduanda em física de 20 anos.

O convite para a minha participação na seção Mulheres na Ciência veio pelo fato de eu ter ficado entre as finalistas do concurso Bela, cientista e do bar, edição 2019, realizado em Juiz de Fora (MG), em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora e o Bar Arteria, e cujo propósito é dar espaço para que mulheres, na graduação, mestrado ou doutorado, falem sobre suas pesquisas científicas para um publico diverso e interessado, mostrando o espaço que temos conquistado e que precisamos conquistar dentro da academia.

A minha apresentação no referido concurso tratava de minha pesquisa acerca da mineralogia de Marte, que buscava investigar a presença de água líquida no passado do planeta vermelho, como explicarei mais adiante.

Maria Beatriz Barbosa de Andrade

Instituto de Física (graduanda)
Universidade Federal de Juiz de Fora

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA ASSINANTES

Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje.

Seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Outros conteúdos desta edição

614_256 att-42639
614_256 att-42630
614_256 att-42602

Outros conteúdos nesta categoria

725_480 att-93024
725_480 att-92781
725_480 att-91821