Em meio à polarização ideológica vigente no Brasil – assim como em outros países –, o conceito e as ações de uma política de drogas orientada para o ‘bem comum’, balizada pelo pragmatismo, parece ter desaparecido do horizonte do cidadão não familiarizado com o tema. Um dos tópicos recorrentes, embora desprovido de base jurídica e diplomática, é a ideia de que ações no sentido de uma política pragmática desencadeariam eventos que supostamente culminariam na descriminalização de drogas hoje ilícitas.
Tal raciocínio esbarra no fato de que o Brasil (assim como os demais países) é signatário dos tratados internacionais que regulam substâncias psicoativas lícitas e ilícitas e normatizam as medidas que lidam com a repressão ao tráfico internacional. Todas as disposições contidas nesses tratados seguem válidas – exceção feita a alterações de cunho exclusivamente local/subnacional (como no âmbito de alguns estados norte-americanos, mas não dos Estados Unidos como entidade política, ou seja, enquanto nação). Tais disposições só podem ser alteradas caso um país membro decida não mais ser signatário dos referidos tratados, retirando-se de forma unilateral.
Francisco Inácio Bastos
Laboratório de Informações em Saúde (LIS/Icict),
Fundação Oswaldo Cruz
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Os anos passam, mas Noel e seu ajudante Gunther continuam os mesmos! Deixam um presente que exige uma análise lógica interessante. Desta vez, a surpresa natalina inclui cinco caixas e um bilhete. No fim, apesar das ‘malandragens’ do Bom Velhinho, a visita acaba valendo a pena.
A relatividade geral fez 100 anos. Essa centenária teoria da gravitação idealizada por Albert Einstein não diz respeito apenas ao universo, galáxias, estrelas... Ela está presente em tecnologias de nosso cotidiano e nos ajuda no trânsito e nas comunicações, por exemplo.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
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