
A tentativa de entender os fenômenos da natureza vem desde os primórdios dos tempos. Uma delas é a compreensão dos fenômenos elétricos e magnéticos. Na Antiguidade, achou-se que as propriedades de atração e repulsão elétrica (âmbar) ou magnética (magnetita) tinham a ver com secura/umidade ou amor/ódio, respectivamente.
A atração e repulsão tanto elétrica quanto magnética foram explicadas no século 17 e 18 a partir da ideia de que a troca de fluidos elétricos ou magnéticos entre os corpos seria a responsável por esses fenômenos. Só no século 19, como resultado do trabalho de muitos pesquisadores ‒ destaque para os físicos britânicos Michael Faraday (1791-1867) e James Maxwell (1831-1879) ‒, surgiu o conceito de campo elétrico e magnético, o que ajudou a compreender melhor esses fenômenos, mostrando que campos elétricos podem geram magnéticos e vice-versa. À época, também foi proposto que a própria luz tinha origem na manifestação desses campos, na forma de ondas eletromagnéticas.

Adilson de Oliveira
Departamento de Física,
Universidade Federal de São Carlos (SP)
Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje.
Criado há mais de 20 anos diante do aumento das queimadas, o sistema brasileiro de monitoramento por satélites é um dos mais acurados do mundo, capaz de informar, em tempo real, o corte de vegetação e analisar o uso da terra. Desafio é usar informações para preservar a biodiversidade.
Certamente, você já ouviu falar do silicone usado em cirurgias plásticas. Mas sabia que seu principal componente é o silício? E que esse elemento químico está em alimentos, cosméticos, medicamentos, circuitos eletrônicos e painéis solares?
Diferentes dos seres assustadores e perigosos da ficção, as plantas carnívoras podem trazer inúmeros benefícios aos humanos. As orvalhinhas, por exemplo, muito frequentes no Brasil, são capazes de combater diversas doenças, como o câncer, mas sofrem ameaça de extinção.
O que um resultado que parecia ser uma 'descoberta fantástica' em um laboratório de física no Brasil e um experimento com resultado negativo feito nos Estados Unidos cerca de 100 anos antes podem nos ensinar sobre os cuidados necessários ao fazer pesquisa científica?
Até cerca de 100 anos atrás, ainda não tínhamos resposta para uma questão aparentemente simples: se há um número quase infinito de estrelas no universo, por que o céu noturno é escuro? A resposta teria que esperar por, pelo menos, duas revoluções
Ele revolucionou os conceitos de espaço e tempo. Mostrou que a luz é formada por partículas. Idealizou uma nova teoria da gravidade – cuja comprovação fez dele um mito. Mas isso é só parte da obra revolucionária de um dos cientistas mais importantes da história
Um fenômeno físico ou uma nova teoria podem, inicialmente, não ser ‘úteis’. Mas, de repente, eles se tornam a base para novas tecnologias que geram bem-estar e riqueza. Dois exemplos emblemáticos: o estudo da gravidade e das partículas subatômicas
Há cerca de 4 séculos, um telescópio foi apontado para o céu. Desde então, um sem-número de objetos cósmicos foi revelado, de estrelas e planetas a supernovas e ondas gravitacionais. Este ano, a humanidade iniciou nova e promissora jornada rumo ao infinito
Pare um instante e observe o azul do céu e o branco das nuvens. Por trás dessas cores, está o chamado espalhamento da luz, fenômeno óptico só explicado no século 19. Até onde sabemos, esse espetáculo único só pode ser apreciado em nosso maravilhoso planeta
O que há em comum entre estrelas, árvores, pássaros e humanos? Muito, na verdade. A estrutura atômica de todos os seres animados está intimamente relacionada com ‘sementes’ formadas em um processo nuclear que ocorre no interior desses corpos celestes
No início do século passado, percebeu-se que a física até então conhecida não podia explicar o mundo subatômico. Essa inconsistência levou a uma teoria revolucionária e prodigiosa: a mecânica quântica, base dos atuais dispositivos eletrônicos de nosso cotidiano
Uma das maiores aventuras do conhecimento humano começou na Antiguidade: as coisas são feitas de átomos, ‘indivisíveis’. Cerca de 2,5 mil anos depois, essa entidade foi fragmentada. E aí começou uma nova e fascinante jornada – com participação decisiva de um cientista brasileiro
Desde os filósofos da Antiguidade, nosso conhecimento sobre as leis da natureza evoluiu dramaticamente. Hoje, temos modelos precisos para explicar a evolução e estrutura do universo – e até mesmo a vida. Mas o roteiro desse enredo cósmico segue incompleto
É cada vez mais intensa a busca por materiais que possam não só melhorar a eficiência de motores elétricos e baterias, mas também gerar eletricidade de baixo impacto ambiental. Não investir nessa área pode levar à dependência de tecnologias estratégicas
Estranhamente, a natureza parece ter predileção por simetrias de formas e cores. E, de certo modo, isso pode ser denominado beleza, noção que tem guiado a pesquisa científica no entendimento dos fenômenos que vão da escala subatômica ao gigantismo do cosmos
| Cookie | Duração | Descrição |
|---|---|---|
| cookielawinfo-checkbox-analytics | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics". |
| cookielawinfo-checkbox-functional | 11 months | The cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional". |
| cookielawinfo-checkbox-necessary | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary". |
| cookielawinfo-checkbox-others | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other. |
| cookielawinfo-checkbox-performance | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance". |
| viewed_cookie_policy | 11 months | The cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data. |