As florestas tropicais brasileiras prestam serviços essenciais à sociedade. Protegem a biodiversidade, que ainda está longe de ser totalmente conhecida, garantem a estabilidade climática global e a regulação hídrica. Para citar apenas dois exemplos, a chuva em centros urbanos e a agricultura na região Sudeste do país dependem da preservação das florestas. Por isso, o monitoramento das mudanças na cobertura vegetal e do uso da terra é essencial para entender as pressões sobre as áreas naturais do país. Esses dados contribuem para a definição de políticas públicas – como fiscalização do desmatamento legal e ilegal, planejamento da ocupação do território, combate às mudanças climáticas etc. – e alimentam a produção do conhecimento científico.
O Brasil tem 67% do seu território, ou 569 milhões de hectares, cobertos com vegetação nativa, segundo o projeto MapBiomas, iniciativa formada por uma rede colaborativa de ONGs, universidades e empresas de tecnologia. Monitorar o desmatamento em um território tão extenso e de grande biodiversidade é tarefa complexa. As características daquilo que será observado definirão questões como o tipo de satélite ou sensor mais apropriado, os métodos a serem usados, o grau de confiança da metodologia e a escala e periodicidade adotadas.

Marcos Rosa
Departamento de Geografia,
Universidade de São Paulo e MapBiomas
Julia Shimbo
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia e MapBiomas
Cesar Diniz
Instituto de Geociências,
Universidade Federal do Pará e Solved
Tasso Azevedo
MapBiomas
Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje.
Certamente, você já ouviu falar do silicone usado em cirurgias plásticas. Mas sabia que seu principal componente é o silício? E que esse elemento químico está em alimentos, cosméticos, medicamentos, circuitos eletrônicos e painéis solares?
Diferentes dos seres assustadores e perigosos da ficção, as plantas carnívoras podem trazer inúmeros benefícios aos humanos. As orvalhinhas, por exemplo, muito frequentes no Brasil, são capazes de combater diversas doenças, como o câncer, mas sofrem ameaça de extinção.
Desde a Antiguidade, a humanidade vem acumulando conhecimento preciso e confiável sobre os fenômenos elétricos e magnéticos. Mas hoje, infelizmente, há oportunistas que, com base em ideias pseudocientíficas, vendem produtos que prometem curas ou tratamentos milagrosos.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
| Cookie | Duração | Descrição |
|---|---|---|
| cookielawinfo-checkbox-analytics | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics". |
| cookielawinfo-checkbox-functional | 11 months | The cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional". |
| cookielawinfo-checkbox-necessary | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary". |
| cookielawinfo-checkbox-others | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other. |
| cookielawinfo-checkbox-performance | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance". |
| viewed_cookie_policy | 11 months | The cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data. |