Novo espinossaurídeo descoberto em rochas de aproximadamente 95 milhões de anos no norte da África aumenta a diversidade desses animais que teriam vivido nas proximidades de corpos aquosos, emboscando presas como peixes
Novo espinossaurídeo descoberto em rochas de aproximadamente 95 milhões de anos no norte da África aumenta a diversidade desses animais que teriam vivido nas proximidades de corpos aquosos, emboscando presas como peixes

Reconstrução de dois Spinosaurus mirabilis disputando um peixe às margens de um rio onde hoje fica o deserto do Saara
CRÉDITO: DANI NAVARRO
Já imaginou andar por uma região arenosa e encontrar restos de um dinossauro, como se estivesse esperando você passar para ser descoberto? Confesso que esse sempre é o sonho de qualquer paleontólogo, inclusive o meu: se deparar com ossos ‘deitados’ na areia, que, com uma simples trincha e algumas escovinhas, possam ser desenterrados e levados para o laboratório, resultando em uma grande descoberta. Uma cena como essa foi inclusive apresentada em um dos filmes da série Jurassic Park.
Só que não é bem assim… Mesmo sendo essa a forma como muitos fósseis são encontrados em regiões desérticas, o trabalho de remoção de exemplares é muito mais complicado do que as pessoas imaginam e seguramente menos romântico do que possa parecer. E essa foi a situação vivida por uma equipe multinacional liderada por Paul Sereno, da Universidade de Chicago (Estados Unidos), quando descobriu ossos que estavam no deserto do Saara e, apesar da fragilidade, puderam ser recuperados. O estudo, que foi capa da prestigiosa revista científica Science, envolveu 29 pesquisadores, incluindo um brasileiro: Rafael Lindoso, do Instituto Federal do Maranhão em São Luís. O achado revelou uma nova espécie de espinossaurídeo – grupo de dinossauros com características bastante peculiares –, que foi batizada de Spinosaurus mirabilis.
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