A menina, os Buendia, Erêndira, eu e você

Diante de tanto horror, diante de tanta dor, me é impossível escrever outra coisa que não seja ficção. Por isso esse conto sobre cotidiano, saudade e livros.

Uma menina no metrô lê Cem anos de solidão e eu me lembro de Erêndira e de sua avó desalmada e do texto que você escreveu sobre elas: a menina e a avó. Lembro que você falava dos mil camelos no deserto, e eu não entendia o que esses mil camelos faziam ali, mas fiquei com vergonha de perguntar, porque, enquanto eu lavava a louça, você sabia de tanta coisa!

Georgina Martins

Programa de Mestrado Profissional em Letras (Profletras)
Curso de Especialização em Literatura Infantil e Juvenil, Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Escritora de livros para crianças e jovens

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA ASSINANTES

Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje.

Seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Outros conteúdos desta edição

614_256 att-47450
614_256 att-47320
614_256 att-27650
614_256 att-47311
614_256 att-47299
614_256 att-47264
614_256 att-47252
614_256 att-47237
614_256 att-47196
614_256 att-47176
614_256 att-47185
614_256 att-47168
614_256 att-47136
614_256 att-47120
614_256 att-47114

Outros conteúdos nesta categoria

725_480 att-79333
725_480 att-78817
725_480 att-78453
725_480 att-77795
725_480 att-76481
614_256 att-66241
614_256 att-74312
614_256 att-73430
614_256 att-73106
614_256 att-72333
614_256 att-72017
614_256 att-71095
614_256 att-70670
614_256 att-57088
614_256 att-56106