
Atualmente, o mundo vive apreensivo devido ao surgimento do novo coronavírus (SARS-CoV-2), que já infectou mais de 2 milhões de pessoas. Cientistas de vários países têm realizado estudos buscando compreender esse vírus e encontrar formas de combatê-lo. Ao longo da história, outras epidemias ocorreram, provocando medo e inúmeras mortes, mas a atual é especialmente impactante em razão da rapidez com que está afetando todo o planeta.
Em meados do século 19, por exemplo, o Brasil foi assolado por uma doença também causada por vírus: a febre amarela. A cidade do Rio de Janeiro, capital do Império, era considerada um dos focos da doença, que matou muitos brasileiros, mas principalmente imigrantes. A situação era tão grave que a cidade ganhou má fama internacional e muitas companhias de comércio se recusavam a passar pelos nossos portos, prejudicando as relações comerciais do Brasil. Além disso, foram impostas quarentenas aos navios brasileiros em diversos países como forma de controlar a epidemia.
Juliana Manzoni Cavalcanti e Vanessa Pereira da Silva e Mello
Doutoras pelo Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde
Casa de Oswaldo Cruz
Fundação Oswaldo Cruz
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Área da genética revela as relações ancestrais entre seres vivos e é a chave para o entendimento do mundo natural, possibilitando aos cientistas fazerem previsões que contribuem para a compreensão de doenças e o desenvolvimento de vacinas e medicamentos.
Há mais de três séculos, a paisagem natural do litoral carioca vem sendo modificada pela urbanização, mas a convivência harmoniosa é possível, sem a descaracterização da zona costeira que aumenta a vulnerabilidade às ressacas e à subida do nível do mar.
Matemático, físico e médico, Eduardo Massad fala da importância de se fazer projeções cada vez mais precisas para combater a covid-19, prevê a chegada de outra epidemia ainda mais grave e alerta para o perigo à saúde dos governos hipernacionalistas e do movimento anticiência.
Pouco tempo depois de ingressar na graduação, Alexandra Anastácio já desejava ser professora e pesquisadora na área de nutrição. Desafiando as estatísticas, tornou-se pró-reitora de graduação na UFF e, com isso, um símbolo de avanço na representatividade da mulher negra no meio acadêmico.
O que pareceu ser uma nova estrela surgiu no céu. E o que foi aprendido com ela foi revelador: cientistas deram novos passos no entendimento de eventos estelares explosivos, mostrando como é produzida parte substancial da luz do universo.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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