Departamento de Geografia
Instituto de Geociências
Universidade Federal do Rio de Janeiro

Para representar a realidade, é preciso selecionar e destacar as informações mais relevantes para a finalidade e o público-alvo buscados

CRÉDITO: ADOBESTOCK

Todo mapa apresenta erros de diferentes naturezas, ou algo que parece ser um erro. O importante é que, para ser um bom mapa, esses “erros” devem ser conhecidos e até controlados. Afinal, o mapa perfeito não existe, e todo mapa busca responder questões relacionadas ao seu objetivo principal.

Para começar, é preciso ter consciência de que um mapa é como se fosse um filtro da realidade e, como todo filtro, seleciona uma parte da mesma, aquela que é considerada a mais relevante de acordo com o seu propósito. Ou seja, todo mapa tem um propósito!

Os mapas podem ser elaborados por profissionais técnicos de diferentes áreas do conhecimento, embora os cartógrafos e geógrafos sejam os mais envolvidos no processo. Mas temos também outro conjunto de pessoas muito importante, que são os usuários finais dos mapas, aqueles cujas necessidades se transformam no propósito que o mapa busca atender. Não é fácil, pois é preciso entender bem das demandas e dos processos envolvidos. Por isso, antes de usar um mapa, é preciso saber as limitações dele, e não extrapolar o seu uso para evitar decisões equivocadas, pois as informações ali representadas foram selecionadas para determinada finalidade.

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