Literatura e meio ambiente

Tempos propícios para voltarmos a refletir sobre a função social do escritor, bem como a do compositor de música popular, que buscam estabelecer relações entre suas obras e o meio em que vivem. Para isso, utilizaremos duas composições – produzidas em suportes e contextos diversos – cujos marcadores temporais não as impedem de dialogar com o nosso presente, além de propiciar inúmeras reflexões sobre os desastres ambientais que presenciamos hoje. São elas: a novela Vidas Secas, de Graciliano Ramos, publicada em 1938, e Sobradinho, letra e música de Sá e Guarabyra, gravada em 1977.

Georgina Martins

Programa de Mestrado Profissional em Letras (Profletras)
Curso de Especialização em Literatura Infantil e Juvenil, Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Escritora de livros para crianças e jovens

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA ASSINANTES

Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje.

Seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Outros conteúdos desta edição

614_256 att-40265
614_256 att-27650
614_256 att-40238
614_256 att-40206
614_256 att-40145
614_256 att-40138
614_256 att-40127
614_256 att-40107
614_256 att-40077
614_256 att-39904
614_256 att-39796
614_256 att-39865
614_256 att-39814
614_256 att-39883
614_256 att-39909

Outros conteúdos nesta categoria

725_480 att-79333
725_480 att-78817
725_480 att-78453
725_480 att-77795
725_480 att-76481
614_256 att-66241
614_256 att-74312
614_256 att-73430
614_256 att-73106
614_256 att-72333
614_256 att-72017
614_256 att-71095
614_256 att-70670
614_256 att-57088
614_256 att-56106