Historicamente, o termo ‘reparação’ tem sido relacionado à ideia de corrigir erros passados. No começo do século 20, a palavra foi incorporada à linguagem do direito internacional e ao campo dos direitos humanos para descrever reparação de danos físicos, materiais ou morais infligidos a um indivíduo, a um grupo de pessoas e até a uma nação.No direito internacional costumário, a reparação estava associada a medidas para indenizar nações por danos causados em tempo de guerra. Incorporando uma dimensão moral ou simbólica, a noção de reparação inclui pedidos de desculpas e ações para ajudar aqueles que foram vítimas de irregularidades. Esse ‘ajuste’ tem um objetivo financeiro e material. Em resumo, a reparação pode ter apenas um aspecto simbólico, ou ainda uma dimensão material e financeira.
Durante o século 19, todas as sociedades nas Américas aboliram a escravidão. Mas o crepúsculo da instituição servil foi um processo lento e gradual. Em Cuba, assim como no Brasil, as elites escravocratas enfatizavam que a escravidão e o comércio de escravos tinham bases legais e que os direitos de propriedade deveriam ser respeitados acima de todos os direitos. Em contrapartida, os abolicionistas nos Estados Unidos e no Brasil também utilizaram argumentos legais para denunciar a escravidão.
Ana Lucia Araujo (analucia.araujo@gmail.com)
Departamento de História
Universidade de Howard (EUA)
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O embate entre ciência e religião ocorre, pelo menos, desde o século 15. Desde lá, a ciência vem avançando e desvendando muitos aspectos sobre o mundo físico, enquanto a religião tem se ocupado de teses que pretendem questionar a noção de que a vida na Terra se formou por leis naturais. Uma delas é o design inteligente, que atualmente busca se estabelecer como grupo de pesquisa dentro de universidades.
Robôs controlados magneticamente são capazes de exterminar os biofilmes, que são colônias de bactérias com efeitos devastadores não só para o corpo humano (infecções e outras complicações), mas também para a indústria, setor em que geram prejuízos anuais na casa dos bilhões de dólares.
A história da purificação do hormônio que regula o metabolismo de açúcar no organismo contém percalços que acabaram superados com um acordo de cavalheiros entre os quatro cientistas envolvidos na pesquisa. Mas o principal deles não foi contemplado com o Nobel como merecia.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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