Instituto de Física
Universidade Federal Fluminense

Empresas de inteligência artificial têm anunciado a resolução de vários problemas matemáticos ‘abertos’. Mas encontrar uma solução para eles é só parte da história. Não basta só resolver, é importante ‘ligar os pontos’ e compreender os resultados

CRÉDITO: ILUSTRAÇÃO MARCELO BADARI

Atualmente, temos visto empresas de inteligência artificial (IA) anunciando a resolução de ‘problemas abertos’ de matemática, problemas que circulavam há muitos anos, resistindo ao ‘ataque’ dos matemáticos.

São várias as razões para que um problema matemático permaneça aberto. Duas delas: i) as ferramentas para a resolução já estão disponíveis, mas ninguém ainda ‘ligou os pontos’ – voltaremos ao tema; ii) faltam novas ideias.

O matemático britânico James Sylvester (1814-1897) propôs um que se enquadrou no primeiro tipo e foi redescoberto depois por vários pesquisadores, inclusive pelo matemático húngaro Paul Erdös (1913-1996) – conhecido pela proposição de problemas em vários níveis.

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA ASSINANTES

Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje.

Outros conteúdos desta edição

725_480 att-103456
725_480 att-103429
725_480 att-103351
725_480 att-103450
725_480 att-103316
725_480 att-103299
725_480 att-103292
725_480 att-103308
725_480 att-103346
725_480 att-103283
725_480 att-103374
725_480 att-103368
725_480 att-103362
725_480 att-103269
725_480 att-103275

Outros conteúdos nesta categoria

725_480 att-102593
725_480 att-102049
725_480 att-101845
725_480 att-101339
725_480 att-101840
725_480 att-103157
614_256 att-71188
614_256 att-66772
614_256 att-73412
614_256 att-72261
614_256 att-72023
614_256 att-54764
614_256 att-48307
614_256 att-42630
614_256 att-41295