Pesquisadores obtêm em laboratório do Instituto de Física da Universidade de São Paulo o emaranhamento de seis campos luminosos a partir de uma única fonte de laser.

O emaranhamento quântico é uma propriedade de sistemas físicos que desafia o nosso senso comum, apesar de ser investigado desde 1935, quando o conceito foi apresentado em um trabalho dos físicos Albert Einstein (1879-1955), alemão e prêmio Nobel de Física de 1921, Boris Podolsky (1896-1966), de origem russa, e o norte-americano Nathan Rosen (1909-1995).

Sistemas físicos distintos que interagem por um tempo finito ‒ e, posteriormente, são separados ‒podem guardar uma ‘memória’ da interação. Eles tornam-se correlacionados: informações obtidas por medições feitas em um dos sistemas podem fornecer informações sobre o outro ‒ mesmo que ele esteja muito distante.

Marcelo Martinelli Paulo Nussenzveig

Laboratório de Manipulação Coerente de Átomos e Luz,
Instituto de Física,
Universidade de São Paulo

CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA ASSINANTES

Para acessar este ou outros conteúdos exclusivos por favor faça Login ou Assine a Ciência Hoje.

Seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Outros conteúdos desta edição

614_256 att-35459
614_256 att-27650
614_256 att-34997
614_256 att-34900
614_256 att-34887
614_256 att-34807
614_256 att-34796
614_256 att-34783
614_256 att-34646
614_256 att-34629
614_256 att-34547
614_256 att-34528
614_256 att-34519
614_256 att-34502
614_256 att-34494

Outros conteúdos nesta categoria

725_480 att-79129
725_480 att-79088
725_480 att-78562
725_480 att-78250
725_480 att-77222
725_480 att-75970
614_256 att-74171
614_256 att-74268
614_256 att-69653
614_256 att-73520
614_256 att-72270
614_256 att-72030
614_256 att-72859
614_256 att-71112
614_256 att-61534