
Os questionamentos sobre os impactos do ser humano na região amazônica têm tomado proporções cada vez maiores, e o debate sobre o tema tem saído, com mais frequência, da escala nacional para a global. Além de sua enorme relevância climática, a floresta amazônica tem enorme protagonismo mundial por sua ampla biodiversidade. Tais motivos evidenciam a importância social, econômica e ambiental da região para o Brasil e para o mundo, razão pela qual o avanço desenfreado do desflorestamento, nas últimas décadas, tem sido repetidamente manchete nos noticiários internacionais.
Historicamente, o desmatamento aumentou com a exploração dos europeus, que viam na região um lugar útil e economicamente rentável, traçando um caminho de perdas e danos para a floresta. Assim, é importante dizer que a ocupação da Amazônia brasileira por humanos não é recente. Existem registros arqueológicos de atividades de diversas sociedades, datados de pelo menos 11 mil anos atrás – grupos originários viviam da caça e da pesca ou até da coleta de frutas e sementes. Entretanto, foi nos últimos 33 anos que a floresta amazônica registrou as mudanças mais intensas e bruscas de toda a sua história.
Beatriz Ambrosio
Clara Paolino
Danylo Magalhães
Laboratório Espaço de Sensoriamento Remoto e Estudos Ambientais,
Universidade Federal do Rio de Janeiro
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Nascido em reduto de pretos e mestiços no Rio de Janeiro, esse gênero musical foi chamado de imoral, mas se tornou febre nos grandes teatros e bailes na virada do século 19 para o 20, projetando artistas negros ao estrelato e evidenciando o peso da classe social, do gênero e da raça na compreensão do campo cultural
Integrante do núcleo central do movimento Parent in Science, Rossana Soletti, pesquisadora Universidade Federal do Rio Grande do Sul, comemora visibilidade trazida pelo prêmio da revista Nature à iniciativa e destaca o trabalho voltado para melhorar as condições de vida e trabalho das cientistas com filhos
Onde e como são acelerados os raios cósmicos galácticos? Essa é uma pergunta já secular sobre esses núcleos atômicos ultraenergéticos que viajam pela Via Láctea e podem atingir a Terra. Agora, trabalho recente acrescenta dado importante para ajudar a responder a essa questão.
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O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
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