Moradia de pobre na literatura brasileira

Com base em O cortiço, de Aluísio Azevedo, uma análise da habitação à luz de pensadores como Engels, Sidney Chalhoub e Antonio Risério

Todo homem é homem do seu tempo, assim como toda arte é arte do seu tempo. É dada ao homem, porém, a capacidade de iluminar e criticar as sombras do seu presente, as mazelas. Alguns o fizeram por meio da arte, outros, via pensamento científico, como Engels, Sidney Chalhoub e Antonio Risério – autores que escolho para iluminar uma breve análise da obra de Aluísio Azevedo, O Cortiço.

Georgina Martins

Curso de Especialização em Literatura Infantil e Juvenil, Faculdade de Letras,
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Escritora de livros para crianças e jovens

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