Em uma realidade de compartilhamento incessante, nem sempre estamos conscientes de como os dados que fornecemos são usados
Em uma realidade de compartilhamento incessante, nem sempre estamos conscientes de como os dados que fornecemos são usados
CRÉDITO: ADOBE STOCK

Somos sensores ambulantes. Fato!
Munidos, praticamente o tempo todo, de pequenos dispositivos com GNSS (Sistema Global de Navegação por Satélite) e acesso à rede, estamos constantemente enviando localizações em tempo real.
O problema disso é que nem sempre estamos conscientes de como esses dados são usados ou qual o real alcance de toda essa exposição.
Michael Goodchild, geógrafo estadunidense, em seu artigo Citizens as Sensors: the world of volunteered Geography (“Cidadãos como sensores: o mundo da geografia voluntária”, em livre tradução), de 2007, define que somos sensores informacionais que produzem dados em altas frequências e em tempo (quase) real. Por sermos sensores que se locomovem, nossos dados são, naturalmente, espaciais. Daí a expressão geographic information (informação geográfica).
E vejam: tudo isso era inimaginável até bem pouco tempo atrás. Afinal, saber a localização de ocorrências em tempo quase real sempre foi complexo e limitado a poucas pessoas. Mas, hoje, com a popularização do GPS, dos celulares e da internet móvel, qualquer pessoa pode produzir, consumir e compartilhar dados geográficos.
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