
O Brasil está no centro de uma transição demográfica em que a população está envelhecendo a uma velocidade superior à média mundial. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2040, 17,41% da população terá 65 anos ou mais, índice superior ao projetado para a população jovem de até 14 anos, que é de16,80%.
Esse cenário é resultado do aumento da expectativa de vida e da diminuição da taxa de fecundidade, exigindo uma formulação de políticas e programas, como previa o primeiro instrumento internacional sobre o tema, o Plano de Ação Internacional de Viena sobre o Envelhecimento, aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) em 1982.
É importante ressaltar, contudo, que o envelhecimento populacional, fenômeno contemporâneo e mundial, difere do envelhecimento da pessoa. As sociedades podem envelhecer (aumentar a proporção de pessoas idosas) ou podem rejuvenescer (equilibrar a proporção entre indivíduos jovens, adultos e idosos). Por sua vez, os indivíduos envelhecem a cada ano, à medida que avança sua idade cronológica. Portanto, a realidade é distinta entre um e outro fenômeno, assim como são diferentes os problemas e desafios.
Ana Carolina Bertoletti De Marchi e Marilene Rodrigues Portella
Programa de Pós-graduação em Envelhecimento Humano
Universidade de Passo Fundo (RS)
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Em época de pandemias, como a que vivemos neste momento, uma ciência recente, interdisciplinar, tem muito com que contribuir não só para a área de saúde, mas também para a indústria, o meio ambiente e a agricultura. Vamos falar de bioeletroquímica?
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Documentos do Tribunal do Santo Ofício da Inquisição de Portugal revelam a perseguição a africanos, afrodescendentes, indígenas e mestiços por práticas e crenças mágico-religiosas que faziam parte de seu cotidiano no território brasileiro.
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O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
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