Mais um Nobel devido a Einstein

A relatividade geral – teoria da gravitação apresentada ao mundo há cerca de 100 anos por Albert Einstein – tem tido protagonismo surpreendente – e merecido – nos temas contemplados pelo Nobel de Física. Este ano, o prêmio foi para buracos negros.

Todos os anos, no início de outubro, a comunidade científica fica à espera do anúncio dos vencedores dos prêmios Nobel. Na categoria Física, sempre há grande expectativa.

Nos últimos quatro anos, três prêmios foram concedidos a descobertas e pesquisas relacionadas com a teoria da relatividade geral (TRG), do físico de origem alemã Albert Einstein (1879-1955).

A TRG explica a natureza da gravidade, a interação fundamental mais fraca que existe, mas que domina o universo em grande escala. Einstein propôs que a gravidade é decorrência da curvatura do espaço-tempo por causa da presença da matéria e da energia nesse ‘tecido’ que une de modo indissociável as três dimensões espaciais (altura, largura e comprimento) e o tempo.


Este ano, mais uma vez, o Nobel de Física foi para uma das previsões da teoria da relatividade geral: buracos negros

Adilson de Oliveira

Departamento de Física,
Universidade Federal de São Carlos (SP)

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