Pouco conhecido, o chamado carbono azul tem importância fundamental para a mitigação das mudanças climáticas globais. Mas, afinal, o que é isso? É todo o CO2 armazenado nos ambientes marinhos, incluindo as árvores e os solos de manguezais. Nas florestas terrestres, o carbono está armazenado, principalmente, na madeira das árvores, mas, nos mangues, ele é acumulado quase que inteiramente (de 50% a 90%) no solo, por duas razões: baixa taxa de decomposição da matéria orgânica (fonte de carbono) e os longos períodos de inundação, que aprisionam o carbono no solo. É justamente essa característica que faz os ecossistemas costeiros promoverem, por metro quadrado, uma contribuição muito maior para o sequestro de carbono do que as florestas terrestres.

Eduardo Ribeiro Lacerda e Ana Catarina Conte Jakovac
Instituto Internacional para Sustentabilidade
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Quando escutamos o termo ‘saneamento básico’, pensamos em água tratada, rede de esgotos e coleta de lixo... Mas esses serviços são muito mais do que isso. São reconhecidos, pela Organização das Nações Unidas, como direitos humanos.
O conceito de raça não existe biologicamente, é uma construção social de efeitos concretos nas sociedades com colonização europeia, em que indivíduos considerados brancos usufruem de vantagens estruturais, como maior facilidade de ascensão social e acesso a direitos básicos.
Pesquisadora dedicada ao monitoramento de incêndios na natureza e suas interações com o clima e a ação humana, Renata Libonati fala da importância dos satélites para combater grandes desastres, como o que afeta o Pantanal, e da influência do aquecimento global na ocorrência de eventos extremos.
Muitos filmes retratam viagens para o passado ou para o futuro, fenômeno que, embora gere reflexões sobre suas consequências, não é descartado pela teoria da relatividade de Einstein, a principal ferramenta da física para o estudo do universo.
Premiada pesquisadora catarinense, Elisa Souza Orth foi incentivada pelos pais a compreender a natureza, descobriu a vocação para química ainda na adolescência e, hoje, se sente realizada em transmitir seu amor pela ciência aos alunos e ao filho, de 6 meses.
A relatividade geral – teoria da gravitação apresentada ao mundo há cerca de 100 anos por Albert Einstein – tem tido protagonismo surpreendente – e merecido – nos temas contemplados pelo Nobel de Física. Este ano, o prêmio foi para buracos negros.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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