CRÉDITO: ADOBE STOCK

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O Nipah (Henipavirus nipahense) é um vírus que circula naturalmente em alguns animais, principalmente em morcegos do gênero Pteropus, que se alimentam de frutas. Esses morcegos são considerados hospedeiros naturais, ou seja, podem carregar o vírus sem apresentar sinais de doença. Eles são encontrados em várias regiões do mundo, especialmente em áreas costeiras e em ilhas do Oceano Índico, além de partes da Índia, do sudeste asiático e da Oceania.
A partir desses morcegos, o vírus pode ser transmitido para outros animais, como porcos e cavalos, e também para os seres humanos. A infecção pode ocorrer pelo contato direto com animais infectados ou pelo consumo de frutas contaminadas por secreções de morcegos, como saliva ou urina. Um exemplo conhecido é o consumo de tâmaras ou de produtos derivados dessas frutas que tenham sido contaminados.
Um dos aspectos que mais preocupam os especialistas é que o vírus Nipah também pode ser transmitido de pessoa para pessoa. Esse tipo de transmissão já foi observado em hospitais, entre familiares e entre cuidadores de pessoas doentes. Por esse motivo, o vírus tem potencial para causar surtos e até epidemias se não for rapidamente identificado e controlado.
Após o contato com o vírus, algumas pessoas podem não apresentar sintomas. Quando a doença se desenvolve, os sinais costumam surgir entre 3 e 14 dias depois da infecção. Os primeiros sintomas geralmente incluem febre e mal-estar. Em alguns casos, a doença pode afetar o cérebro e os pulmões, causando dor de cabeça intensa, confusão mental, dificuldade para respirar e tosse. Também podem ocorrer calafrios, cansaço, sonolência, tontura, vômitos e diarreia.
Em uma parte dos pacientes, a infecção pode evoluir rapidamente para formas graves e até levar à morte em pouco tempo. Por isso, a doença causada pelo vírus Nipah é considerada uma infecção viral grave.
Um desafio é que os sintomas iniciais são semelhantes aos de várias outras viroses. Assim, a confirmação do diagnóstico só pode ser feita por exames laboratoriais específicos, o que pode atrasar a identificação da doença, aumentando o risco de disseminação do vírus.
O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia. Desde então, casos da doença já foram registrados em Bangladesh, Índia, Filipinas e Singapura. Em janeiro de 2026, dois casos confirmados na Índia foram comunicados à Organização Mundial da Saúde (OMS), e as autoridades de saúde conseguiram controlar a disseminação do vírus.
A OMS recomenda que os países com maior risco de ocorrência da doença mantenham sistemas de vigilância e protocolos de resposta rápida. Essas medidas ajudam a detectar casos rapidamente, evitando o contágio de outras pessoas.
Devido à gravidade da doença e ao seu potencial de causar surtos, o vírus Nipah está entre os patógenos prioritários para pesquisa da OMS, incentivando o desenvolvimento de vacinas e testes de diagnóstico. Para maiores informações recomendasse os sites: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/nipah-virus; https://www.cdc.gov/nipah-virus/hcp/clinical-overview/index.html
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