Vulcanismo e a extinção dos dinossauros

Rochas do planalto de Deccan, na Índia, sugerem que a atividade de vulcões, ao longo de milhares de anos, teria afetado as cadeias alimentares, constituindo-se uma das principais teorias alternativas para a extinção de animais e plantas há 66 milhões de anos

Planalto de Deccan – ou Deccan Traps, na Índia

Como apresentado na coluna anterior, a descoberta da grande diferença nas concentrações de irídio em camadas subjacentes de depósitos calcários em Gubbio, na Itália, e em outras partes do mundo, levou pesquisadores a relacionar a extinção dos dinossauros e vários outros organismos, no final do período Cretáceo, com a queda de um asteroide.

Sempre que uma ideia revolucionária é publicada, surgem controvérsias e alternativas que passam a ser discutidas e debatidas. No caso da extinção dos dinossauros, não foi diferente. Várias ideias e hipóteses foram levantadas, desde uma verdadeira ‘chuva de meteoritos’ e pandemias de diversas doenças, até uma conjugação de diferentes fatores que teriam ocasionado a ‘tempestade perfeita’.

Alexander W. A. Kellner
Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Academia Brasileira de Ciências

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