
Bomba nuclear, bomba atômica, bomba H, bomba de fissão, bomba de hidrogênio e bombas termonucleares. Todos são nomes distintos para artefatos que desencadeiam processos nucleares rapidamente, em fração de segundos, liberando quantidades altíssimas de energia.
O desenvolvimento dessas bombas tem como marco inicial a descoberta da fissão (‘quebra’) de núcleos atômicos pesados induzida pela colisão contra eles de nêutrons, partículas subatômicas sem carga elétrica cuja existência foi demonstrada pelo físico britânico James Chadwick (1891-1974) em 1932. Apenas dois anos depois, o físico italiano Enrico Fermi (1901-1954) fez as primeiras pesquisas com nêutrons, concluindo que a colisão entre essas partículas e núcleos resulta em novos elementos radioativos.
Roberto Linares
Instituto de Física,
Universidade Federal Fluminense
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Como a vida surgiu? Estamos sós no universo? Há milênios, essas questões intrigam a humanidade. A astrobiologia é a ciência que busca respostas para essas perguntas, investigando, por exemplo, a possibilidade de a vida ter vindo do espaço ou de ela existir em outros planetas.
Coordenadora da Olimpíada Brasileira de Cartografia fala sobre a criação, o funcionamento e a importância do evento, que chega à sua quarta edição mobilizando alunos e professores de todo o país a conhecerem mais sobre os territórios e as sociedades ao seu redor
A partir de fatos da vida da cientista norte-americana Jennifer Doudna, uma das criadoras da técnica que permite modificar genes, livro trata da construção do conhecimento científico, do futuro da biotecnologia e de questões éticas desse campo de estudo
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Modelo desenvolvido por físicos teóricos brasileiros reflete com precisão os cenários de infecção pelo vírus da covid-19 em áreas da cidade do Rio de Janeiro que vivenciam mobilidades distintas de suas populações: aquelas com plena atuação do Estado e as que estão sob o domínio ou do tráfico, ou da milícia. O modelo é também capaz de fazer previsões sobre o endurecimento ou afrouxamento do isolamento social.
O mágico Máximus retorna à cena com seu fiel ajudante, Vítor. Desta vez, eles trazem um truque simples, mas desconcertante. Usando um baralho ou papeizinhos numerados, depois do embaralhamento, o mesmo número sempre aparece. Um pouco de engenhosidade e aritmética explicam esse truque matemático.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
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Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
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Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
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Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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