
As cobras como conhecemos hoje, sem patas, não existiam há milhões de anos. Foi ao longo de seu processo evolutivo que elas ‘perderam’ os membros inferiores e posteriores. Mas como sabemos disso? Avanços científicos em diferentes áreas do conhecimento – paleontologia, evolução e biologia do desenvolvimento – têm possibilitado desvendar os mecanismos intrínsecos desse complexo processo biológico que deu origem às cobras modernas.
Luiz Antonio Botelho Andrade
Luis Antonio Alves de Toledo Filho
Departamento de Imunobiologia,
Universidade Federal Fluminense
Uirá Souto Melo
Instituto Max Planck de Genética Molecular (Berlim)
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Tramita, no Senado Federal, sugestão legislativa para a produção de bombas nucleares no território brasileiro. Cercada de mitos e desinformação, a energia nuclear e temas afins seguem polêmicos na sociedade desde a Segunda Guerra. O Brasil teria tecnologia e infraestrutura para fazer um artefato assim?
Como a vida surgiu? Estamos sós no universo? Há milênios, essas questões intrigam a humanidade. A astrobiologia é a ciência que busca respostas para essas perguntas, investigando, por exemplo, a possibilidade de a vida ter vindo do espaço ou de ela existir em outros planetas.
Coordenadora da Olimpíada Brasileira de Cartografia fala sobre a criação, o funcionamento e a importância do evento, que chega à sua quarta edição mobilizando alunos e professores de todo o país a conhecerem mais sobre os territórios e as sociedades ao seu redor
A partir de fatos da vida da cientista norte-americana Jennifer Doudna, uma das criadoras da técnica que permite modificar genes, livro trata da construção do conhecimento científico, do futuro da biotecnologia e de questões éticas desse campo de estudo
Movida pela satisfação pessoal em estudar matemática, ganhadora do prêmio Para Mulheres na Ciência 2020 conta que, só no doutorado, percebeu a disparidade de gênero em sua área e, hoje, destaca seu compromisso com a equidade para grupos minoritários na academia
Modelo desenvolvido por físicos teóricos brasileiros reflete com precisão os cenários de infecção pelo vírus da covid-19 em áreas da cidade do Rio de Janeiro que vivenciam mobilidades distintas de suas populações: aquelas com plena atuação do Estado e as que estão sob o domínio ou do tráfico, ou da milícia. O modelo é também capaz de fazer previsões sobre o endurecimento ou afrouxamento do isolamento social.
O mágico Máximus retorna à cena com seu fiel ajudante, Vítor. Desta vez, eles trazem um truque simples, mas desconcertante. Usando um baralho ou papeizinhos numerados, depois do embaralhamento, o mesmo número sempre aparece. Um pouco de engenhosidade e aritmética explicam esse truque matemático.
O que aquela refeição que acaba queimada numa panela e o envelhecimento têm a ver? Ao longo da vida, nosso organismo também sofre uma ‘fervura’ silenciosa que pode causar várias doenças. Boa notícia: a ciência já é capaz de entender e diminuir essa ‘chama’.
Cientistas têm o dever de corrigir suas publicações sempre que necessário, mas essa prática ainda carrega um estigma. Aos poucos, essa cultura está mudando: as correções, principalmente, quando voluntárias e transparentes, estão sendo cada vez mais valorizadas
Os fenômenos do mundo macroscópico, em que vivemos, são bem diferentes daqueles que ocorrem com átomos e moléculas. Há uma sutil (e misteriosa) fronteira entre esses dois mundos, apresentada neste artigo, que comemora o Ano Internacional da Ciência e das Tecnologias Quânticas
Avaliações internacionais mostram que o conhecimento de matemática dos alunos brasileiros é baixíssimo no fim do ensino básico. Outro fato preocupante: as altas taxas de desistência nas graduações em matemática. Um novo exame pretende enfrentar o problema.
Seu prato de comida é bem mais do que aquilo que está nele. Ele reflete uma cadeia complexa de atividades – muitas delas, ainda prejudiciais para o meio ambiente. Mas a ciência, de forma interdisciplinar, já está mobilizada para resolver esses problemas.
O fenômeno – adaptação evolutiva crucial para proteger, de respostas imunes prejudiciais, órgãos e tecidos vitais, como olhos, placenta, cérebro e testículos – abre novas possibilidades para tratamentos mais eficazes contra o câncer e condições que envolvem o sistema imunitário.
Para entender melhor a complexidade e o desafio existencial que essa nova era significa para todas as espécies, é preciso rever enquadramentos disciplinares rígidos e mais tradicionais: geólogos, cientistas climáticos e cientistas sociais precisam trabalhar em conjunto
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Cândido Luiz do Nascimento
Certa vez no município de Antonio Cardoso – Bahia, na década de 70. Mataram uma jararaca de aproximadamente 1.80m. Nas primeiras horas nada foi observado, mas após passar por um sol escaldante entre às 11:00 e 15:00HS, apareceram quatro patas, essas patas eram frágeis e totalmente desproporcionais, levando – se em consideração o tamanho da cobra. Naquela época havia pouco acesso à informação, principalmente na zona rural, mas até hoje não encontrei em nenhuma literatura uma explicação para o fenômeno.