Um apanhado dos seres maravilhosos descritos pelo famoso historiador e naturalista que morreu com a erupção do Vesúvio
Um apanhado dos seres maravilhosos descritos pelo famoso historiador e naturalista que morreu com a erupção do Vesúvio
CRÉDITO: ADOBE STOCK
Caio Plínio II – conhecido como Plínio, o Velho – foi um famoso historiador e naturalista romano nascido em Como, na Itália, no ano 23 da nossa era. Seu passatempo favorito era recolher, catalogar e escrever sobre todo conhecimento que julgava haver no mundo. Escreveu uma grande enciclopédia composta por 37 volumes, e talvez escrevesse muito mais, não fosse a erupção do igualmente famoso vulcão Vesúvio.
Seu sobrinho, Plínio, o Moço, deixou o testemunho de que seu dileto tio queria muito observar a erupção do vulcão. Como morava a 30 quilômetros da cidade de Pompeia, pegou um barco e tentou chegar até lá para ver de perto o acontecimento. Ocorre que o barco foi desviado do seu curso por causa da intensa fumaça e dos gases tóxicos provocados pelo vulcão. Plínio, o Velho foi parar em Estábia, onde teria tentado salvar as pessoas que fugiam desesperadamente, mas nada adiantou. Plínio, o Velho, morreu sufocado pelos gases vulcânicos. É possível que, se tivesse sobrevivido, sua enciclopédia teria ganhado mais alguns volumes sobre os vulcões.
No volume 7 de sua grandiosa enciclopédia, Plínio se dedicou a falar sobre, nas palavras dele, a raça humana. Depois de descrever características de nós, humanos, e algumas das importantes diferenças entre nós e os demais animais, pôs-se a catalogar os povos que ele considerava assombrosos. É aí que esse volume se transforma em uma inacreditável obra literária do maravilhoso. Ele não nega a humanidade a esses seres maravilhosos, apenas observa que têm características, costumes e gostos diferentes.
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